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    Festival de Publicidade de Gramado com foco na academia

    Segunda-feira, Julho 4th, 2011

    Lílian Stein
    Estagiária de Jornalismo

    Onde, afinal, está a ideia? O tema do Festival de Publicidade de Gramado, que ocorre de 31 de agosto a 2 de setembro, quer buscar a resposta para sua pergunta-tema com foco direcionado à área acadêmica: a 18ª edição do evento prevê discussões voltadas principalmente a estudantes de Publicidade e Propaganda.

    O comitê organizador do evento já iniciou a agenda de visitas às coordenações dos cursos de Comunicação de algumas das principais instituições de ensino do Rio Grande do Sul. Até agora, PUC, Feevale e ESPM-RS já receberam os integrantes da comissão. A Unisinos recebe visita da organização nos próximos dias, assim como Faccat e UCS.

    Festival

    Criado em 1975, o evento propõe discussões e análises do segmento publicitário, além de temas de interesse de profissionais, agências e mercado. O Festival Mundial de Publicidade de Gramado é considerado o terceiro maior evento do mundo na área e o maior da América Latina em número de participantes – em 2011, a expectativa é que cerca de 6 mil pessoas participem da iniciativa, que ocorre no Serra Park – Centro de Feira e Eventos em Gramado.

    A edição de 2011 vai homenagear o governador Tarso Genro, o publisher Armando Ferrentini (Editora Referência), o jornalista Caco Barcellos, o empresário Airton Zaffari (Grupo Zaffari) e o publicitário e presidente da Associação Latino-Americana de Propaganda, João Firme.

    O patrono desta edição é o publicitário Luiz Lara, presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP), sócio e CEO da LEW’LARA\TBWA. Como presidente do Júri está o gaúcho Guga Ketzer, um dos principais expoentes da publicidade brasileira, atual vice-presidente da agência Loducca.

    Entre os temas previstos na programação, estão criação publicitária, internet, publicidade na Europa, no advertising, design gráfico, marketing esportivo, multimídia, inovação publicitária e televisão/conteúdo. O Festival de Publicidade de Gramado ocorre tradicionalmente em junho. A 18º edição, no entanto, foi adiada para o final de agosto para que não houvesse sobreposição de data com o Festival de Cannes.

    MANUAL

    Sexta-feira, Julho 1st, 2011

    O Twitter dá uma mãozinha aos jornalistas

    Lílian Stein
    Estagiária de Jornalismo

    Encontrar fontes, verificar informações, publicar histórias e promover seu trabalho e a si mesmo. Uma das mais importantes redes sociais agora quer ajudar jornalistas a seguir esses quatro passos. Desde a segunda-feira, 27, o Twitter disponibiliza um guia para facilitar a vida de quem trabalha com comunicação.

    O Twitter for Newsrooms (Twitter para redações, em tradução livre) aponta maneiras de transformar a plataforma em ferramenta de apoio ao trabalho jornalístico. Na página, a empresa garante que o objetivo da iniciativa está ligado aos diferentes perfis e idades dos jornalistas: “Nós sabemos que vocês vieram de diferentes gerações, mas compartilham um laço em comum: o desejo de fazer a diferença no mundo, trazendo informação de confiança para a comunidade que servem”.

    Disponível em inglês, conteúdo do guia quer quer ajudar jornalistas que ainda não conheçam todas as ferramentas do Twitter

    O conteúdo – em inglês – é divido em quatro tópicos: Report, Engage, Publish e Extra. Em Report, o profissional tem acesso às dicas para encontrar fontes e fazer pesquisas, além de falar do uso móvel do Twitter. Engage apresenta um glossário, exemplos de tweets que chamam a atenção e estratégias de divulgação de marcas na rede.

    Publish trata da quantidade de conteúdo postado no site e indica links para o guia oficial sobre os tweets, nomes de usuários e hashtags; para a área que explica como colocar gadgets do Twitter em outros sites; e para baixar os logos oficiais do microblog.

    Por fim, o conteúdo da seção Extra apresenta as ferramentas de suporte do serviço, além de perfis oficiais e das possibilidades de tradução de conteúdo institucional da empresa (ainda não disponível para o guia).

    Twitter não é o primeiro

    Ainda que algumas informações possam parecer óbvias para quem já está familiarizado à plataforma, o guia nasce como mais uma alternativa aos profissionais que tiveram suas rotinas invadidas pelo fenômeno das redes sociais. O Twitter não é pioneiro nesse tipo de iniciativa.

    Em abril, o Facebook criou uma página com recursos para jornalistas que querem incorporar as mídias sociais às suas matérias. A empresa também confirmou que pretende realizar workshops para mostrar as melhores formas de se usar a plataforma como ferramenta de comunicação. A intenção é mostrar a rede como uma boa forma de publicação de material jornalístico.

    Lista de bancas é atualizada com horários da ComDig

    Sexta-feira, Julho 1st, 2011

    Lílian Stein
    Estagiária de Jornalismo

    Até a próxima quinta-feira, 7, estão sendo avaliados os alunos de Comunicação da Unisinos que finalizaram seus Trabalhos de Conclusão de Curso em 2011/1. As bancas são compostas pelo professor orientador e outros dois professores convidados. Confira a programação – que nesta sexta-feira, 1º de julho,  foi modificada novamente e teve o acréscimo dos horários de Comunicação Digital.

    A lista dá conta dos cursos de Relações Públicas, Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Letras Comunicação Digital. Datas e horários podem sofrer alterações novamente por conta de indisponibilidade de algum dos avaliadores. As bancas são abertas ao público e o comparecimento como ouvinte vale hora complementar para alunos do curso.

    Preparação

    O Manual do TCC, disponibilizado pela coordenação dos cursos de Comunicação, dá dicas para se preparar e enfrentar com mais tranqüilidade esse momento tão importante da vida acadêmica.

    Durante a apresentação para a banca, o aluno deve mostrar que tem domínio do seu trabalho. Em reportagem anterior do Portal3, a egressa do curso de Jornalismo da Unisinos Bárbara Keller relembrou a preparação para o momento: “Na minha apresentação, usei tópicos para lembrar o que iria falar, mas não fiquei lendo, é preciso saber de cor”, disse.

    Bárbara garantiu que o domínio do conteúdo é extremamente importante na hora da apresentação – a preparação do aluno fica evidente principalmente no momento das perguntas feitas pela banca: “Você precisa estar confiante, defender o seu trabalho e tudo o que está escrito nele.”

    * Atualizada em 1º/07/1011.

    Bancada de comentários

    Quinta-feira, Junho 30th, 2011

    Lílian Stein
    Estagiária de Jornalismo

    A já tradicional fórmula jornalística da TV Globo, referência e líder de audiência na produção do gênero no Brasil, parece estar caminhando para uma grande reformulação. A partir de setembro, quem acompanha os telejornais da emissora poderá observar modificações que buscam popularizar o jornalismo da empresa.

    Com base em pesquisas, a Globo vai promover uma verdadeira dança das cadeiras em sua programação – repórteres viram âncoras, âncoras rumam ao exterior para trabalhar como correspondentes, correspondentes voltam ao Brasil para propor novas pautas. A ideia é revolucionar o ambiente da Central Globo de Jornalismo, aproximando o público por meio de matérias descontraídas e uma postura mais informal.

    Telespectadores do Jornal Hoje, comandado por Evaristo Costa e Sandra Annenberg, puderam perceber tom mais opinativo nas últimas semanas

    É provável que a mudança mais sentida pela audiência venha diretamente da bancada: a emissora deve liberar alguns âncoras para fazer comentários. Chico Pinheiro, que substituirá Renato Machado no Bom dia Brasil, e Evaristo Costa, atualmente no comando do Jornal Hoje, poderão comentar livremente o noticiário, sempre que acharem conveniente. Até então, o único informativo da Globo que permitia comentários era o Jornal da Globo.

    Nas últimas semanas, o público do telejornal da faixa das 13h já pode perceber um tom mais opinativo por parte de Costa e sua colega, Sandra Annenberg. As mudanças devem atingir também as tradicionais receitas culinárias ensinadas pelo JH. Devem sair os pratos sofisticados e entrar a mesa popular, como o feijão tropeiro e a bisteca.

    Segundo pesquisa encomendada pela emissora, os telespectadores aprovam os comentários de âncoras, mas sentem mais facilidade em entender um assunto quando ele é tratado por um especialista ou convidado. A preferência ganha ainda mais força em assuntos mais densos, como segurança pública e política. O Bom dia Brasil já conta com um comentarista policia fixo, Rodrigo Pimentel.

    Esporte na dianteira

    As mudanças na emissora dos Marinho começaram a ser testadas nos programas esportivos. A chegada de Tiago Leifert foi decisiva: a partir de então, a bancada passou a perder força – hoje, os apresentadores costumam comandar as atrações circulando pelo estúdio. A linguagem também se tornou mais leve, tomada pela influência de Tadeu Schmitt, à frente do futebol no dominical Fantástico.

    No jornalismo, a Globo tem histórico bem mais sério, resistindo há anos ao posicionamento mais popular de suas concorrentes. Em emissoras como Record e SBT, os âncoras tradicionalmente têm permissão para fazer comentários e emitir opiniões quanto ao conteúdo que apresentam.

    Viver é uma bobagem

    Quarta-feira, Junho 29th, 2011

    Lílian Stein
    Estagiária de Jornalismo

    Essa não é uma carta suicida, evidente. Tampouco é um texto com o objetivo de fazer uma reflexão dramática a respeito da rotina, muito menos de despejar uma série de reclamações que elencam um sem-fim de motivos para que alguém salte na frente de um caminhão. De qualquer forma, é necessário insistir: viver é uma grande bobagem.

    Inúmeras teorias tentam explicar o que, de fato, fez um bando de gente diferente parar em uma imensidão de lugares diferentes, em situações diferentes, com pensamentos diferentes, tentando planejar qualquer coisa que seja diferente. O fato é que a probabilidade de que alguma dessas teorias esteja correta é extremamente pequena – para não definir como nula. Viver não passa de uma banalidade.

    O grande problema é encontrar uma explicação que dê sentido àquela extensa lista de compromissos a serem honrados, prazos a serem cumpridos e páginas da agenda cujas linhas estão repletas de lembretes. Não se esqueça de, enquanto procura essa explicação, devolver os livros à biblioteca, marcar uma consulta no dentista e terminar o fichamento daquele livro da aula de quarta-feira.

    Ocorre que não há como fugir de uma longa, cruel e absolutamente absurda fila de tarefas cronometradas. Em meio a isso, talvez reste um curto espaço de tempo, e é nessa hora que até o mais apático dos seres humanos é capaz de enlouquecer. É o momento em que surgem inúmeros questionamentos a respeito do real motivo de se contorcer entre família, dois estágios, uma faculdade e mais um punhado de gente que insistentemente clama por atenção.

    “Eu poderia estar na praia, vendendo sanduíche natural e tomando banho de mar a cada fim de dia”. Alguma coisa, no entanto, faz a grande maioria das pessoas desconsiderar a hipótese de uma vida praiana porque acredita ter ambições que vão muito além de um quiosque e uma rede à beira-mar. Tudo culpa do maldito sistema capitalista, acusariam uns. Outros, ao certo, diriam que é absolutamente possível largar tudo e ir para uma praia deserta nas Alagoas, e que apenas não o faz quem não quer ariscar. Sinceramente, não importa.

    Viver é uma banalidade justamente pelo fato de que se passa a vida toda procurando um sentido para viver. Parece ser preciso saber o motivo dessa busca constante por um emprego melhor, uma aparência melhor, um amor melhor, uma rotina melhor. As pessoas estudam, trabalham, se relacionam e, em um dia qualquer, absolutamente sem algum sentido aparente, a vida acaba sem que fosse possível compreender o porquê de tanto esforço durante tantos anos. Simplesmente não há sentido nessa tal de vida.

    Viver, de fato, é uma bobagem. Não se sabe em que causas e circunstâncias fomos escolhidos para estar aqui – e nada disso tem a ver com qualquer tipo de crença, coincidência ou seja lá o que for.  Viver é uma grande bobagem, mas talvez seja melhor não encontrar tempo para pensar nisso. É provável que viver, e apenas viver, seja a melhor opção.

    Viver é uma bobagem

    Quarta-feira, Junho 29th, 2011

    Lílian Stein
    Estagiária de Jornalismo

    Essa não é uma carta suicida, evidente. Tampouco é um texto com o objetivo de fazer uma reflexão dramática a respeito da rotina, muito menos de despejar uma série de reclamações que elencam um sem-fim de motivos para que alguém salte na frente de um caminhão. De qualquer forma, é necessário insistir: viver é uma grande bobagem.

    Inúmeras teorias tentam explicar o que, de fato, fez um bando de gente diferente parar em uma imensidão de lugares diferentes, em situações diferentes, com pensamentos diferentes, tentando planejar qualquer coisa que seja diferente. O fato é que a probabilidade de que alguma dessas teorias esteja correta é extremamente pequena – para não definir como nula. Viver não passa de uma banalidade.

    O grande problema é encontrar uma explicação que dê sentido àquela extensa lista de compromissos a serem honrados, prazos a serem cumpridos e páginas da agenda cujas linhas estão repletas de lembretes. Não se esqueça de, enquanto procura essa explicação, devolver os livros à biblioteca, marcar uma consulta no dentista e terminar o fichamento daquele livro da aula de quarta-feira.

    Ocorre que não há como fugir de uma longa, cruel e absolutamente absurda fila de tarefas cronometradas. Em meio a isso, talvez reste um curto espaço de tempo, e é nessa hora que até o mais apático dos seres humanos é capaz de enlouquecer. É o momento em que surgem inúmeros questionamentos a respeito do real motivo de se contorcer entre família, dois estágios, uma faculdade e mais um punhado de gente que insistentemente clama por atenção.

    “Eu poderia estar na praia, vendendo sanduíche natural e tomando banho de mar a cada fim de dia”. Alguma coisa, no entanto, faz a grande maioria das pessoas desconsiderar a hipótese de uma vida praiana porque acredita ter ambições que vão muito além de um quiosque e uma rede à beira-mar. Tudo culpa do maldito sistema capitalista, acusariam uns. Outros, ao certo, diriam que é absolutamente possível largar tudo e ir para uma praia deserta nas Alagoas, e que apenas não o faz quem não quer ariscar. Sinceramente, não importa.

    Viver é uma banalidade justamente pelo fato de que se passa a vida toda procurando um sentido para viver. Parece ser preciso saber o motivo dessa busca constante por um emprego melhor, uma aparência melhor, um amor melhor, uma rotina melhor. As pessoas estudam, trabalham, se relacionam e, em um dia qualquer, absolutamente sem algum sentido aparente, a vida acaba sem que fosse possível compreender o porquê de tanto esforço durante tantos anos. Simplesmente não há sentido nessa tal de vida.

    Viver, de fato, é uma bobagem. Não se sabe em que causas e circunstâncias fomos escolhidos para estar aqui – e nada disso tem a ver com qualquer tipo de crença, coincidência ou seja lá o que for.  Viver é uma grande bobagem, mas talvez seja melhor não encontrar tempo para pensar nisso. É provável que viver, e apenas viver, seja a melhor opção.

    Terror para virar história

    Quarta-feira, Junho 29th, 2011

    Lílian Stein
    Estagiária de Jornalismo

    Um protagonista jovem, um enredo que provoque arrepios. Esse é o ponto de partida do 1º Concurso Literário Assombros Juvenis. Promovido pela Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL), o concurso recebe contos de terror destinados ao público adolescente.

    Os autores devem residir no Rio Grande do Sul e ter mais de 18 anos. Cada participante poderá inscrever um conto com temática de terror que não tenha sido publicado em veículo impresso.

    Os envelopes com os textos concorrentes devem ser entregues na Câmara Rio-Grandense do Livro (Praça Osvaldo Cruz, 15 Conj. 1708 / 1709, CEP 90030-160, em Porto Alegre/RS) ou enviados pelo Correio, aos cuidados de Rafael Cardozo. Os trabalhos serão recebidos até 31 de julho.

    A iniciativa é organizada pela CRL em parceria com a Reinações Confraria da Leitura de Textos de Literatura Infanto-juvenil e a Companhia Rio-Grandense de Artes Gráficas (Corag).

    O resultado do concurso será divulgado no site da CRL até outubro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3286.4517, com Rafael Cardozo. Confira o regulamento.

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