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    Primeira Impressão é lançada

    Terça-feira, Junho 29th, 2010

    Raquel Piegas
    Estagiária de Jornalismo

    O resultado de um semestre de trabalho dos alunos das disciplinas de Redação experimental em revista e Projeto experimental em fotografia pode ser conferido na segunda-feira, 28, nas páginas da Primeira Impressão nº 33. O lançamento, que ocorreu no saguão da biblioteca da Unisinos, reuniu professores e alunos em um coquetel descontraído.

    A diversidade é a marca da revista. Com o tema “Tempo, tempo, tempoâ€, a Primeira Impressão reúne 26 matérias que vão da prostituição até a espera de um amor que ainda não veio. Uma das reportagens, de autoria de Schana Rodrigues e Ana Paula Knewitz, fala sobre a paixão pelo carnaval em três gerações de uma mesma família. “A ideia inicial era falar sobre o tempo de preparação das escolas de samba para o carnaval. Depois, decidimos fazer sobre o encontro de três gerações na foliaâ€, conta Schana.

    Para Eduardo Veras, que fez a editoração da revista junto à professora Thaís Furtado, a Primeira Impressão atua como um portfólio para o estudante. “O aluno exercita o seu texto e leva o resultado para casa. A Primeira Impressão é um produto muito bem acabado em termos gráficos e editoriaisâ€. Não é só no grupo de alunos-repórteres que a Primeira Impressão desempenha um papel importante sobre como trabalhar em equipe. Thaís Furtado ressaltou em seu discurso de apresentação da revista sua satisfação: “Tive muito orgulho de trabalhar com uma dupla de profissionais como o Flávio Dutra e o Eduardo Veras ao longo desse semestreâ€.

    Segundo o jornalista Marcelo Garcia, que coordenou a diagramação da revista, a publicação será enviada para faculdades de jornalismo de todo o Brasil, dando visibilidade ao trabalho dos alunos da Unisinos.

    Internet na mira da Casa Branca

    Segunda-feira, Junho 28th, 2010

    Raquel Piegas
    Estagiária de Jornalismo

    Um comitê do Senado norte-americano aprovou um projeto que gera polêmica antes mesmo de virar lei. A proposta concede à Casa Branca o direito de assumir o controle sobre toda a internet no país, podendo desativá-la em caso de emergência. De autoria dos senadores Joseph Lieberman, Susan Collins e Tom Carper, o projeto dá poder ao governo de agir em situações de ciberataque.

    Originalmente, a intervenção da Casa Branca seria por tempo indeterminado. Porém, o Comitê de Segurança Interna e Assuntos Governamentais reduziu o prazo para 120 dias. Mesmo assim, a aprovação gera polêmica em países que tradicionalmente são aliados dos Estados Unidos, como a Austrália. Acadêmicos australianos criticaram a definição da internet como um patrimônio americano e enfatizaram que o projeto poderá servir mais ao inimigos dos Estados Unidos, prejudicando a imagem do país no exterior.

    Grupos de defesa dos direitos humanos também se manifestaram criticando a medida. Em resposta, o Senado americano negou que se trate de um corte à internet. O projeto, se transformado em lei, limitaria o poder do presidente sobre a internet em vez de aumentá-lo. O projeto ainda precisa passar pelo plenário do Senado para virar lei.

    O que dizem as ruas

    Sexta-feira, Junho 25th, 2010

    Raquel Piegas
    Estagiária de Jornalismo

    Fabrício Silveira, professor de Comunicação da Unisinos, lança seu primeiro livro no próximo sábado, 26. Em 126 páginas, o autor convida a um passeio comunicacional por Porto Alegre, mostrando que a metrópole é bem mais que um amontoado de concreto.

    O parque dos objetos mortos – E outros ensaios de comunicação urbana (Editora Armazém Digital) é uma coletânea de artigos elaborados por Fabrício, que há quase dez anos se dedica ao estudo da comunicação visual urbana, mais especificamente de Porto Alegre. Natural de Santa Maria, Fabrício cultiva um interesse pela vida nas grandes cidades: “A cidade é um lugar onde a cultura está sendo produzida constantemente. A comunicação procura espaço entre o caos, o grafite, a pichaçãoâ€.

    Os textos apareceram originalmente entre 2003 e 2007 como artigos científicos em revistas especializadas. “Fiz questão de publicar esses textos para ter um registro organizado dos meus estudosâ€, conta o autor.

    Outros livros estão nos planos do comunicador. O parque dos objetos mortos prepara a obra que ele pretende publicar em 2011, que foca em sua pesquisa sobre grafites e pichações, finalizada no final de 2009. “Foi um compromisso que assumi com a minha trajetória. Quero olhar para trás daqui a 15 anos e ver um registro histórico dos meus estudosâ€.

    O lançamento do livro será no sábado, 26, às 16h, na Associação Riograndense de Imprensa (Av. Borges de Medeiros, 915).

    O Lado B do jornalismo

    Quinta-feira, Junho 24th, 2010

    Raquel Piegas
    Estagiária de Jornalismo

    Nascido no segundo semestre de 2007 em uma cadeira da faculdade, o JornalismoB já é conhecido por meio de seu blog. A experiência na internet deu certo, e a versão impressa já está na terceira edição – com a possibilidade de assinaturas. Com posts diários, o blog do JornalismoB repercute criticamente as pautas presentes em veículos de maior circulação.

    Curiosamente, o JornalismoB não surgiu com o propósito de contestar e questionar constantemente, dando um viés diferente às pautas dos grandes jornais.  Alexandre Haubrich, editor do veículo, acredita que o jornal assumiu essa identidade em virtude da qualidade da imprensa brasileira: “A consciência de que uma imprensa honesta e engajada é um instrumento necessário a qualquer mudança social foi uma das razões que empurraram o JornalismoB a buscar esse caminhoâ€.

    Na condição de veículo independente, o JornalismoB ainda enfrenta algumas dificuldades ligadas à falta de patrocínio e estímulo financeiro. No entanto, não são somente esses obstáculos a serem enfrentados. “A própria sociedade é conservadora e não se engaja em apoiar esse tipo de mídia. Isso é grave, pois é para a comunidade que o jornalismo independente trabalha, ao contrário das grandes mídiasâ€, afirma Haubrich.

    Faculdades x Jornalismo independente

    Mas porque esse tipo de jornalismo não está entre as atividades que os futuros profissionais pensam em exercer quando ainda estão na faculdade? Na opinião de Haubrich, os cursos de jornalismo estão cada vez mais voltados para o mercado, assumindo as características de cursos técnicos. “Faltam professores qualificados, faltam alunos interessados, falta o estímulo das direções a projetos independentes, faltam currículos que façam os estudantes pensarem, não apenas apertarem botõesâ€.

    Informações sobre assinaturas estão no blog do JornalismoB ou pelo e-mail bjornalismob@gmail.com

    O lado B do jornalismo

    Quinta-feira, Junho 24th, 2010

    Raquel Piegas
    Estagiária de Jornalismo

    Nascido no segundo semestre de 2007 em uma cadeira da faculdade, o JornalismoB já é conhecido por meio de seu blog. A experiência na internet deu certo, e a versão impressa já está na terceira edição – com a possibilidade de assinaturas. Com posts diários, o blog do JornalismoB repercute criticamente as pautas presentes em veículos de maior circulação.

    Curiosamente, o JornalismoB não surgiu com o propósito de contestar e questionar constantemente, dando um viés diferente às pautas dos grandes jornais.  Alexandre Haubrich, editor do veículo, acredita que o jornal assumiu essa identidade em virtude da qualidade da imprensa brasileira: “A consciência de que uma imprensa honesta e engajada é um instrumento necessário a qualquer mudança social foi uma das razões que empurraram o JornalismoB a buscar esse caminhoâ€.

    Na condição de veículo independente, o JornalismoB ainda enfrenta algumas dificuldades ligadas à falta de patrocínio e estímulo financeiro. No entanto, não são somente esses obstáculos a serem enfrentados. “A própria sociedade é conservadora e não se engaja em apoiar esse tipo de mídia. Isso é grave, pois é para a comunidade que o jornalismo independente trabalha, ao contrário das grandes mídiasâ€, afirma Haubrich.

    Faculdades x Jornalismo independente

    Mas porque esse tipo de jornalismo não está entre as atividades que os futuros profissionais pensam em exercer quando ainda estão na faculdade? Na opinião de Haubrich, os cursos de jornalismo estão cada vez mais voltados para o mercado, assumindo as características de cursos técnicos. “Faltam professores qualificados, faltam alunos interessados, falta o estímulo das direções a projetos independentes, faltam currículos que façam os estudantes pensarem, não apenas apertarem botõesâ€.

    Informações sobre assinaturas estão no blog do JornalismoB ou pelo e-mail bjornalismob@gmail.com

    Mudanças no Wikipédia

    Quarta-feira, Junho 23rd, 2010

    André Seewald
    Estagiário de Jornalismo

    Ao longo dos próximos dois meses, será testada o Wikipédia uma nova ferramenta para moderar informações postadas nos artigos. O Pending changes (mudanças pendentes) é utilizado desde a última terça-feira,15. De acordo com a Folha de S. Paulo, funcionará como uma espécie de filtro para alterações feitas em artigos que contenham conteúdo que possa gerar polêmica, tais como celebridades e política, a fim de evitar informações falsas.

    A partir de agora, apenas os editores da Wikipédia poderão alterar o conteúdo e fazer mudanças sugeridas por usuários nestas páginas. Novos verbetes ficarão armazenados em um espaço que não poderá ser acessado por outros internautas. Além disso, para sugerir mudanças será obrigatório identificar-se.

    Novidades no debate promovido pela MTV

    Quarta-feira, Junho 23rd, 2010

    Raquel Piegas
    Estagiária de Jornalismo

    A MTV promete inovar no debate que promoverá entre os candidatos à Presidência do Brasil, no dia 10 de agosto. A emissora divulgou as regras para o confronto. Entre elas, deixou claro que não permitirá que os presidenciáveis façam perguntas uns aos outros. O objetivo é se diferenciar de outras emissoras e evitar que os candidatos utilizem os questionamentos para provocações entre si.

    Para tornar o debate mais interativo, a MTV optou por gravar jovens fazendo perguntas aos candidatos. Os vídeos serão enviados aos políticos antes dos debates, para que eles escolham os questionamentos que vão ao ar. Se caso os candidatos decidirem direcionar as perguntas gravadas a outros presidenciáveis, o direito à réplica e tréplica será mantido.

    Candidatos dos partidos de menor expressão confirmaram presença no debate. Entre eles, Plínio de Arruda Sampaio (Psol), Oscar Silva (PHS) e Mário Oliveira (PT do B). Marina Silva (PV) e José Serra (PSDB) também estarão presentes. A petista Dilma Rousseff ainda não respondeu ao convite.

    Outra novidade é a plateia que estará presente no debate, composta por 50 pessoas. Quem desejar participar precisa enviar para o site da MTV as perguntas que faria aos candidatos. Os autores dos melhores questionamentos participarão do debate mediado por Cazé Peçanha. A audiência também poderá enviar questões via Twitter.

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