Terça-feira, 07 de Fevereiro de 2012
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    Além das bolsas e indústrias, os meios de comunicação também devem sofrer um impacto direto da crise norte-americana.

    Luan Iglesias
    Estagiário de Jornalismo

    O presidente dos Estados Unidos, George Bush, disse nesta terça-feira estar confiante na eficácia do pacote de resgate financeiro de 700 bilhões de dólares. O plano foi aprovado na semana passada no Congresso americano.

    A crise de crédito é o fator da atual turbulência nos mercados financeiros que tem causado reflexos no Brasil. O presidente Lula assinou uma medida provisória que concede ao Banco Central mais poderes para tentar minimizar os efeitos da crise de crédito internacional no país. Além disso, o BC também poderá fornecer empréstimos em dólares por meio do redesconto aceitando como garantias títulos de propriedade de bancos que pegarem esse crédito.

    Mas e a imprensa, como fica a situação dos meios de comunicação do país? Sabe-se que muitas das propagandas são de empresas multinacionais. Já muitos dos impressos precisam importar matéria prima para seus produtos.

    Em janeiro desse ano, o Yahoo divulgou uma queda em seu lucro trimestral após o diretor executivo da companhia, Jerry Yang, ter previsto um ano difícil em meio ao enfraquecimento da economia dos Estados Unidos. A empresa de tecnologia havia registrado um ganho de U$ 205,7 milhões, ante U$ 268,7 milhões, no mesmo período de 2007.

    O Portal3 conversou com professor de Economia da Unisinos, Roberto Camps, que explica: “a imprensa pode sofrer uma queda de atividade. Na medica que o crédito tem uma restrição forte, teremos um problema de financiamento e capital de giro das empresas.”

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