Raquel Piegas
Estagiária de Jornalismo
Diante da repercussão de minha última opinião no Portal3, fui procurada pela revista Amapá, concorrente da Piauà e com uma tiragem destinada somente aos mais seletos cÃrculos intelectuais do Brasil, para um pequeno bate-papo. Abaixo, trechos da entrevista.
Revista Amapá: Raquel, em primeiro lugar, não se pode deixar de notar que mudaste teu sobrenome de Piegas para Niquenta. A que se deve isso?
Raquel: Bem, desde criança sofri piadas de extremo mau gosto com o meu sobrenome. Muitos desconhecem a origem espanhola dele. Como venho de uma famÃlia nobre, decidi adequar-me ao meu sangue real e ter um sobrenome que transmitisse minha nobreza e meu alto grau de intelectualidade. Escolhi Niquenta porque tem o mesmo significado, mas soa mais agradável.
RA: Quem te conheceu há duas semanas no mÃnimo se espantou com tua mudança. Explique melhor o porquê dela e fale mais de teus novos hábitos.
Raquel: Decidi me desvencilhar de certos costumes que percebi não agregarem nada à minha vida. Passei a ouvir Mutantes enquanto leio As Artérias Abertas da America Latina, do Galeano. A partir desses novos hábitos e conhecimentos adquiridos em menos de duas semanas, decidi encarar acontecimentos em minha vida sob uma nova ótica. Atualmente estou mais racional e só respondo a estÃmulos – positivos ou não –  quando há uma necessidade extrema de que o faça. Acredito que assim possa ser melhor aceita na sociedade atual.
RA: Não seria “As Veias Abertas da América Latina�
Raquel: Sim, perdão… É que ainda estou me acostumando à vida intelectual.
RA: Fale um pouco de seu futuro acadêmico e profissional.
Raquel: Bem, depois da repercussão da opinião que escrevi no Portal3, decidi tomar novos rumos. Vou tentar o vestibular 2010 da Uniban pra Turismo.
RA: Alguma coisa que não foi dita que gostarias de falar?
Raquel: Sim, claro! Acredito que quando tens uma opinião cuja maioria discorda, o melhor a se fazer é mudá-la. Assim é que se vive em sociedade. Finalizo com uma frase de Churchill: “O que espero, senhores, é que depois de um razoável perÃodo de discussão, todos concordem comigo.â€
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11 de Novembro de 2009 às 3:56 pm
morri.
Geisy – O retorno
Belo tapa de luvas!
ehe
=]
Agora virou piadista, além de fútil.
hehe, bem bolado o texto
Que piada!! Ainda tem gente que perde o tempo contigo!!! E por favor “As Artérias Abertas da America Latina” ai não dá, quem te conhece sabe que tu não leria isso, a não ser obrigada para a cadeira de Seminário da América Latina… Conta outra, a mim tu não engana.. E não adianta trocar o sobrenome, vai continuar sempre PIEGAS!!
Uniban seria uma boa!! Tão aceitando todo mundo depois da polêmica. Acho que tão precisando de gente para concorrer com a Geise, vai pra lá não vão senti falta tua por aqui… Um abraço e se for para escrever isso na opinião, prefiro não ler mais… Deixo aqui minhas sinceras considerações e espero não voltar a ler a opinião da PIEGAS como foi chamada pelo colega Giuliano…
ficção
s. f.
1. Acto!Ato ou efeito de fingir.
2. Fingimento.
3. Invenção (fabulosa ou engenhosa).
4. Fábula.
5. Dissimulação.
6. Suposição (do orador para abrilhantar ou reforçar o discurso).
ironia
s. f.
Expressão ou gesto que dá a entender o contrário do que significa; sarcasmo.
EHUEHUEHEUHEUEHUEHUEHUEHEUHEUHEUHEUEHUEHUEHEHU
/me morrendo de rir!
Muito bom Raquel, pena que algumas pessoas não entendem ironias. Perderam uma ótima oportunidade de rirem também.
A ignorância impede certos indivÃduos de não entenderem ironias, merecendo assim o extremo silêncio. E tenho dito. A opinião é uma dádiva, mas quando passa a desrespeitar o alvo, torna-se ignorância e falta de educação.
1º lugar, esse espaço é para opinião e não para se auto promover.2º Desde quando “Revista Amapá é concorrente da PiauÃ. 3º penso que o olhar sobre a entrevista està um pouco destorcido pois o que chamou a atençâo dos reporteres nâo foi a futilidade do texto e sim sobre a repercussâo que o assunto gerou no meio acadêmico!4º perdeste a oportunidade de mostrar em poucas linhas quem tu és, mas pelo visto continuas PIEGAS e fútil…
Um abraço e vai ficar dificil de continuar lendo as opiniões no portal 3 que tinham tanta qualidade e estão deixando a desejar!
Acho que todos entenderam a “ironia”. O problema da ironia pobre, pouco criativa, que diz muito pouco, é que se torna aquela coisa meio caceta e planeta. Todos entendem, mas (quase) ninguém acha graça. Simplesmente patético.
A opinião se trata de uma ficção. Não acho válido usar o Portal3 para mostrar “quem sou” ou “como sou”. Quem quiser me conhecer, que venha a mim e não se baseie em textos opinativos para tal, formando pré-conceitos sem subsÃdio algum. CrÃticas e opiniões diferentes são válidas, desde que não se baseiem na grosseria e ofensas pessoais.
E continuarei portando o meu sobrenome com orgulho
“penso que o olhar sobre a entrevista està um pouco destorcido pois o que chamou a atençâo dos reporteres nâo foi a futilidade do texto e sim sobre a repercussâo que o assunto gerou no meio acadêmico” ADORO que o pessoal sabe escrever bem direitinho. E adoro também essa história de repercurssão no meio acadêmico. Acho digno. beigos
E a galera ainda dá moral para essa mina!!!
Que absurdo é não ter mais nada para fazer!!
Continua “vazia” não agregando nada a sociedade com suas colocações irrelevantes.
Raquel conquistando fans!
Mas eu tenho uma tática melhor para lidar com opiniões contrárias. Ignorá-las!
Mudar de opinião não é um problema, todo mundo pode mudar de opinião. Mas se você faz um texto que exige um mÃnimo de inteligência para entender e as pessoas não entendem, é perda de tempo tentar explicar.
É como contar piada e depois ter que explicar. Que graça tem?
Talvez você seja meio sádica, mas enfim…
Beijos