Terça-feira, 07 de Fevereiro de 2012
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    Raquel Piegas
    Estagiária de Jornalismo

    Diante da repercussão de minha última opinião no Portal3, fui procurada pela revista Amapá, concorrente da Piauí e com uma tiragem destinada somente aos mais seletos círculos intelectuais do Brasil, para um pequeno bate-papo. Abaixo, trechos da entrevista.

    Revista Amapá: Raquel, em primeiro lugar, não se pode deixar de notar que mudaste teu sobrenome de Piegas para Niquenta. A que se deve isso?

    Raquel: Bem, desde criança sofri piadas de extremo mau gosto com o meu sobrenome. Muitos desconhecem a origem espanhola dele. Como venho de uma família nobre, decidi adequar-me ao meu sangue real e ter um sobrenome que transmitisse minha nobreza e meu alto grau de intelectualidade. Escolhi Niquenta porque tem o mesmo significado, mas soa mais agradável.

    RA: Quem te conheceu há duas semanas no mínimo se espantou com tua mudança. Explique melhor o porquê dela e fale mais de teus novos hábitos.

    Raquel: Decidi me desvencilhar de certos costumes que percebi não agregarem nada à minha vida. Passei a ouvir Mutantes enquanto leio As Artérias Abertas da America Latina, do Galeano. A partir desses novos hábitos e conhecimentos adquiridos em menos de duas semanas, decidi encarar acontecimentos em minha vida sob uma nova ótica. Atualmente estou mais racional e só respondo a estímulos – positivos ou não –  quando há uma necessidade extrema de que o faça. Acredito que assim possa ser melhor aceita na sociedade atual.

    RA: Não seria “As Veias Abertas da América Latina�

    Raquel: Sim, perdão… É que ainda estou me acostumando à vida intelectual.

    RA: Fale um pouco de seu futuro acadêmico e profissional.

    Raquel: Bem, depois da repercussão da opinião que escrevi no Portal3, decidi tomar novos rumos. Vou tentar o vestibular 2010 da Uniban pra Turismo.

    RA: Alguma coisa que não foi dita que gostarias de falar?

    Raquel: Sim, claro! Acredito que quando tens uma opinião cuja maioria discorda, o melhor a se fazer é mudá-la. Assim é que se vive em sociedade. Finalizo com uma frase de Churchill: “O que espero, senhores, é que depois de um razoável período de discussão, todos concordem comigo.â€

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    11 de Novembro de 2009 às 3:56 pm

    17 Comentários para “Entrevista”

    1. Natacha diz:

      Geisy – O retorno

    2. Lorena diz:

      Belo tapa de luvas!
      ehe
      =]

    3. Anônimo diz:

      Agora virou piadista, além de fútil.

    4. Camila Schafer diz:

      hehe, bem bolado o texto

    5. Giuliano Fonseca diz:

      Que piada!! Ainda tem gente que perde o tempo contigo!!! E por favor “As Artérias Abertas da America Latina” ai não dá, quem te conhece sabe que tu não leria isso, a não ser obrigada para a cadeira de Seminário da América Latina… Conta outra, a mim tu não engana.. E não adianta trocar o sobrenome, vai continuar sempre PIEGAS!!

    6. Fernanda Dallegrave diz:

      Uniban seria uma boa!! Tão aceitando todo mundo depois da polêmica. Acho que tão precisando de gente para concorrer com a Geise, vai pra lá não vão senti falta tua por aqui… Um abraço e se for para escrever isso na opinião, prefiro não ler mais… Deixo aqui minhas sinceras considerações e espero não voltar a ler a opinião da PIEGAS como foi chamada pelo colega Giuliano…

    7. Raquel diz:

      ficção
      s. f.
      1. Acto!Ato ou efeito de fingir.
      2. Fingimento.
      3. Invenção (fabulosa ou engenhosa).
      4. Fábula.
      5. Dissimulação.
      6. Suposição (do orador para abrilhantar ou reforçar o discurso).

      ironia
      s. f.
      Expressão ou gesto que dá a entender o contrário do que significa; sarcasmo.

    8. Emanuele diz:

      EHUEHUEHEUHEUEHUEHUEHUEHEUHEUHEUHEUEHUEHUEHEHU

      /me morrendo de rir!

      Muito bom Raquel, pena que algumas pessoas não entendem ironias. Perderam uma ótima oportunidade de rirem também.

    9. Al Simmons diz:

      A ignorância impede certos indivíduos de não entenderem ironias, merecendo assim o extremo silêncio. E tenho dito. A opinião é uma dádiva, mas quando passa a desrespeitar o alvo, torna-se ignorância e falta de educação.

    10. Marcela Farias da Silva diz:

      1º lugar, esse espaço é para opinião e não para se auto promover.2º Desde quando “Revista Amapá é concorrente da Piauí. 3º penso que o olhar sobre a entrevista està um pouco destorcido pois o que chamou a atençâo dos reporteres nâo foi a futilidade do texto e sim sobre a repercussâo que o assunto gerou no meio acadêmico!4º perdeste a oportunidade de mostrar em poucas linhas quem tu és, mas pelo visto continuas PIEGAS e fútil…

      Um abraço e vai ficar dificil de continuar lendo as opiniões no portal 3 que tinham tanta qualidade e estão deixando a desejar!

    11. Guilherme diz:

      Acho que todos entenderam a “ironia”. O problema da ironia pobre, pouco criativa, que diz muito pouco, é que se torna aquela coisa meio caceta e planeta. Todos entendem, mas (quase) ninguém acha graça. Simplesmente patético.

    12. Raquel diz:

      A opinião se trata de uma ficção. Não acho válido usar o Portal3 para mostrar “quem sou” ou “como sou”. Quem quiser me conhecer, que venha a mim e não se baseie em textos opinativos para tal, formando pré-conceitos sem subsídio algum. Críticas e opiniões diferentes são válidas, desde que não se baseiem na grosseria e ofensas pessoais.

      E continuarei portando o meu sobrenome com orgulho :)

    13. Ariadne diz:

      “penso que o olhar sobre a entrevista està um pouco destorcido pois o que chamou a atençâo dos reporteres nâo foi a futilidade do texto e sim sobre a repercussâo que o assunto gerou no meio acadêmico” ADORO que o pessoal sabe escrever bem direitinho. E adoro também essa história de repercurssão no meio acadêmico. Acho digno. beigos

    14. Marcela Farias da Silva diz:

      E a galera ainda dá moral para essa mina!!!
      Que absurdo é não ter mais nada para fazer!!

    15. Magda diz:

      Continua “vazia” não agregando nada a sociedade com suas colocações irrelevantes.

    16. Marcos diz:

      Raquel conquistando fans!

      Mas eu tenho uma tática melhor para lidar com opiniões contrárias. Ignorá-las!

      Mudar de opinião não é um problema, todo mundo pode mudar de opinião. Mas se você faz um texto que exige um mínimo de inteligência para entender e as pessoas não entendem, é perda de tempo tentar explicar.

      É como contar piada e depois ter que explicar. Que graça tem?

      Talvez você seja meio sádica, mas enfim…

      Beijos

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